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Arte’D Apresentação

Numa razão não muito difícil de entender, nasce a seção Arte’D. O “D” representa desenho que é algo tão primordial em nossas vidas. O desenho nos acompanha do nascimento a além, pois em todas as nossas atividades, lá esta ele, representando e mostrando nossos desejos, sonhos e vontades. Não importa que profissão você siga, o desenho o obrigará a usá-lo. E é nesse sentido que a Seção Arte’D do blog Abelhudos inicia sua atividades artísticas, proporcionando ao seu público, aventuras, na forma das HQs, Histórias em Quadrinhos, informação, com nossas matérias, as quais explorarão todas as possibilidades de sucesso atingíveis através da Arte de Ilustrar, revelando as feras do desenho.

Levando em consideração que a ramificação da arte é muito mais extensa do que imaginamos, ela vai além da Pintura, Escultura, Modelagem, Música, Cénicas e etc., a mesma representa para nós em sua maior definição, a forma ao qual o ser humano consegue comunicar-se com a sociedade, revelando suas idéias, desejos, expressões e sentimentos. Em suma, a finalidade da seção Arte’D, é mostrar, revelar, divulgar o mundo da arte, seus autores, co-autores e suas obras, famosos ou não. Na verdade, estaremos desenhando em sua vida uma outra forma de conhecer-se e conhecer o mundo.

Bom divertimento.

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Polifonia para o exercício da cidadania

Cidadania “é a qualidade ou estado do cidadão”. Entende-se por cidadão “o indivíduo no gozo dos direitos civis e políticos de um estado, ou no desempenho de seus deveres para com este”. Destaque-se deveres. Pois é, o dever do cidadão é justamente lutar pela garantia deste “direitos civis e políticos”. No entanto, devido a nossa cultura de acomodação, não estamos acostumados a exigir do Estado o cumprimento desses direitos. É como se o nosso papel fosse apenas comparecer e votar nas épocas de eleição e / ou pagar impostos.

Ultimamente, muito se tem falado em cidadania. Mas, poucos são os que tem conhecimento da evolução histórica por que passou este conceito. Na antiguidade greco-romana, já havia a idéia de cidadania mais ou menos como hoje a concebemos: “capacidade para exercer direitos políticos e civis”. A diferença é que, tal como uma “qualidade”, a cidadania não estava ao alcance de todos os indivíduos da sociedade. Ela estava restrita aos homens livres, ou seja, os que não precisavam trabalhar para sobreviver. Eram excluídos desse direito os escravos, as mulheres e os estrangeiros. Continuar lendo

O espetáculo não pode parar

Respeitável público. Chega de pão e circo. A arte é soberana em seus manifestos onde quer que seja, de que forma for, para cativar todo aquele que aprecia a beleza das formas, a intensidade das idéias de encher os olhos de sonoridade tátil, ouvir a expressão suave da dor e da alegria de retratar a grandeza da vida em toda a manifestação da arte. Para quem faz e sobre o que faz, esse é o palco principal, o Scenarium.

Com as antenas ligadas

A curiosidade nos move em direção ao conhecimento através da pesquisa, do diálogo, da troca de idéias e de informações. Enquanto para alguns, manter-se informado não é necessário. Para esses, devemos nos manter indiferentes a realidade que nos cerca, aos problemas do cotidiano, às discussões sociais, fechados num mundo mais simplista para evitar preocupações e sofrimentos desnecessários. Para quê saber se há uma guerra em um país distante? Se terroristas atacaram outra cidade? Se a moda evoluiu? Se a inflação subiu ou caiu? Se o cinema sofreu transformações? Se um terremoto ou furacão provocou mortes? Quem pensa assim acredita que essas notícias não podem interferir em nossa realidade. Ledo engano.

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