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“O Rafael” – Renascimento da Arte em 3D

Na história da humanidade, a parte que esta relacionada a ARTE, nos mostra que a mesma foi responsável por sabermos que caminho trilhou a humanidade, numa época a qual éramos simples homos-sapiens. Como um dos primeiros atos, e ferramentas artísticas, usava as mãos para marcar as paredes das cavernas, esse ato do passado nos mostra o quanto seriamos possessivos. Com o passar do tempo muita coisa mudou, ferramentas surgiram e cada povo tinha uma determinada habilidade em cada setor que surgia na sociedade humana. Os egípcios com suas pirâmides os sírios com seus palácios e jardins amplamente decorados e finalmente os gregos, com suas maravilhosas estátuas, tão perfeitas que pareciam vivas. Depois mergulhamos numa fase de trevas culturais e quando abrimos os olhos à idade média bateu a nossa porta, a princípio parecia que havíamos regredido em nosso talento. Toda a beleza do passado antes de Cristo parece ter se perdido e o homem da idade média enxergava tosco. Claro que isso não era para todos os artistas.
o homem resgatou a beleza e qualidade artística, avançou muito mais, desenvolveu novas técnicas e novos elementos e materiais, cores e ferramentas. Logo depois entramos na arte moderna e arte se tornou mais sentimental e expressiva do que técnica. A visão do ser humano nesse período se constituiu regras e técnicas nas produções artísticas, o que de certa forma ajudou no próximo passo da história da arte. Começamos a entra no Renascimento, e foi nesse período que

o homem resgatou a beleza e qualidade artística, avançou muito mais, desenvolveu novas técnicas e novos elementos e materiais, cores e ferramentas. Logo depois entramos na arte moderna e arte se tornou mais sentimental e expressiva do que técnica. A visão do ser humano começou a buscar novos horizontes, de forma tal que surgiram novos estilos e gêneros e ao entramos no século XX um novo salto, a industrialização. A mesma deu ao homem novas possibilidades e crescimento rápido, de tal forma que na década de 50 surge uma nova máquina, nova tecnologia que mudaria o mundo e o homem totalmente, o Computador a Informática. Com a informática as possibilidades tornaram-se maiores e inesgotáveis a Arte Digital dá ao homem muitos caminhos, com um melhor aproveitamento de tempo.
A Arte Digital também evoluiu e com ela nos maravilhamos com as possibilidades do 3D.
Essa arte reúne de forma precisa toda a evolução artística em uma única ferramenta, más claro que tudo vindo do homem não é perfeito, a vantagens e desvantagens nessa nova fase e ferramenta da arte.
Hoje o mundo respira informática e principalmente o processo 3D, mercados de entretenimento e industriais, explodem e buscam a todo custo o melhor que a informática e o 3D possam lhes dar, daí surgem uma busca incessante das empresas e estúdios de informática, de 3D, por profissionais e artistas que tornem capaz a realização de todos os sonhos e desejos do ser humano.

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“O Rafael” – Renascimento da Arte em 3D – Parte II

8O Nome da fera é Carlos Alberto Evaristo. Em minha opinião, o melhor artista e professor que já 8conheci. Tive muita sorte de ter conhecido ele. Meu traço, estilo e percepção seriam 8completamente diferentes se eu não tivesse estudado com ele. Ele não tem site, Orkut, nada 8disso. Mora no Rio de Janeiro e tem seu próprio estúdio de artes. Acho que tenho 1% do talento dele. E isso já me faz muito satisfeito. Mas como ele mesmo me ensinou, devemos buscar a evolução sempre.

Quando você esta em atividade com seus trabalhos em 3D, dando aula ou prestando  algum  serviço a empresas, já surgiu algum comentário do quais as pessoas acham  que você desenrola  essa arte sem nenhuma dificuldade?

8Já aconteceu de alguém me ver trabalhando e dizer: “Quando você faz parece fácil”. Mas 8isso também não é algo tão comum na minha vida. Sempre falo do esforço que foi 8aprender aquilo e mostro que tudo aquilo tem um explicação que, uma vez 8compreendida, se torna relativamente fácil. De fato, meu antigo professor e desenho 8artístico, Carlos Alberto Evaristo, quando desenhava todos diziam isso para ele com 8freqüência. Seu talento e experiência são tão grandes que até eu mesmo dizia para ele: ” Quando você faz parece fácil.”

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“O Rafael” – Renascimento da Arte em 3D – Parte III

Rafael o mercado da indústria de entretenimento, de uns anos pra cá, atingiu um grande patamar de retorno financeiro, fosse com o cinema, games, animações 3D e tantos outros dispositivos de serventia ao cidadão do mundo, quais estúdios você conhece e trabalhos de 3D que você considera muito bom?

No Brasil posso citar a carioca Seagulls Fly (Glo-Beleza) a paulista Vetor Zero (Tartaruga da  Brahma é clássico) além de muitas outras. No exterior, temos a ILM (cinema), Pixar (cinema e  animação) Blur (publicidade e games), Blizzard (games), Konami (games), Epic Games. São tantas  que poderia escrever páginas, porém essas me inspiram até hoje.

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Em alguns momentos em suas aulas, você sempre faz pequenas citações a um ou outro personagem das Histórias em Quadrinhos. Qual a relação que você vê dessa arte, a Nona Arte com a Arte Digital e mais propriamente com a Arte do 3D?

As duas possuem o mesmo objetivo, comunicação. Porém, o quadrinho possui limitações que acabam enriquecendo. O fato de não ter som e não ter movimento, só simulação, exigiu dos quadrinhos uma necessidade maior de surpreender. Seja no enquadramento (fotografia), nas cores, anatomia, expressão nas cenas de ação, muita simulação de movimento e roteiros bastante fantasiosos, facilitando a imaginação. Se o artista pega esses elementos tão ricos dos quadrinhos, e adapta para a animação 3D, que teoricamente, tem mais recursos, o trabalho pode ficar muito mais interessante. Devemos tomar cuidado com o ponto comum em que muitas produções estão chegando hoje. Deve-se surpreender. Um grande exemplo é a mega produção 300 Esparta. Juntando o realismo do 3D com a estilização dos quadrinhos, podemos achar um ótimo caminho a explorar.

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“O Rafael” – Renascimento da Arte em 3D – Final

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Como você vê a presença das crianças e adolescentes no mundo da informática e sua relação emocional no convívio com as outras pessoas?

8Acabei de falar sobre estar aberto para novas mudanças, porém acredito que algumas coisas do 8passado funcionavam e ainda podem funcionar muito bem. Tem detalhes nessa relação “infância 8e mundo virtual” que acho muito bons, outros ruins.
8A tecnologia está cada vez mais presente na vida de todos. Muitas pessoas demoraram em se 8adaptar,

outras, ainda possuem fobia disso. As crianças de hoje estão muito precoces. Estão adquirindo uma capacidade muito grande de trabalhar com tecnologia. Sua capacidade de compreensão da informática é maior do que as outras gerações. Seu contato com o mundo, mesmo que seja à distância, é bem grande. Seu contato com a língua inglesa é mais intenso. Existem muitas vantagens nessa relação.
Por outro lado, para termos uma vida feliz e com sucesso, não88 precisamos apenas de tecnologia. Você não é a única pessoa do88 mundo. Ninguém faz nada sozinho. Existem outras qualidades e88 características que o ser humano deve ter. Precisamos do talento da88 preparar para o mundo. Eu acredito que muitas crianças que88 exageram88 no relacionamento com o mundo virtual, acabam88 ficando88 despreparadas para viver no mundo real. Aquelas que só88 escrevem quando estão na internet acabam perdendo o domínio da88 língua portuguesa. Aquelas que só fazem “amigos” pela internet88 acabam deixando de aprender a se relacionar de verdade. Perdem a88 oportunidade de conhecer pessoas que “existem”. A questão, é que um dia deverão obrigatoriamente entrar no mundo real. Se estiverem despreparadas, sem atenção contínua aos seus princípios, poderão se perder.

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Rafael Souza – Biografia

Nasci em 1980 no Rio de Janeiro onde morei quase toda minha vida. Com 19 anos iniciei a formação em propaganda e publicidade na Estácio de Sá. Tive que parar algumas vezes e conclui com 25 anos.
Fiz alguns cursos na área até partir para Web Designer. Cursei Web no IBPI durante um ano onde estudei Flash, Dreamwaver, Fireworks e Java Script. Depois iniciei os estudos 3D na Faculdade PUC – Rio. Comecei com o programa 3D Studio Max 2.5. Fiz um curso de São Paulo que acabou não servindo muito. Estudei um ano de desenho artístico no OBERG – Rio, mais quatro anos no estúdio do professor Carlos Alberto Evaristo, o mesmo professor do Oberg. Estudei mais oito meses na impacto quadrinhos do Rio de Janeiro com o professor Carlos Raphael. Lá eu estudei desenho para quadrinhos. Nesse meio tempo, ainda com 23 anos, comecei a estudar escultura por conta própria. Comprei livros, visitei sites e fui aprendendo. Depois de alguns anos, fiz um curso de escultura na Quinta Dimensão com o professor Leonardo. Lá aprendi técnicas diferentes e profissionalizei meu conhecimento. Com 25 anos fiz uma formação de um ano em modelagem e animação de personagens em um curso no Rio de Janeiro autorizado pela Autodesk. Na metade do curso me chamaram para ser professor de lá e comecei a dar aula inclusive para minha turma.
Nessa mesma época, trabalhei numa produtora de animação do SENAC Rio.
Aos 26 anos trabalhei como supervisor de animação e modelagem 3D da grande empresa Med Grupo no setor da Med Produções. Trabalhei fazendo simulações de doenças e funcionamento do corpo humano. Foi um trabalho muito bom de desenvolver. Difícil e empolgante.
Hoje dou aula e construo conteúdo do curso Sinapse na AIS Recife.

Um pequeno Avatar para o 3D, um grande salto para Hollywood

O diretor James Cameron realizou o maior sucesso de bilheteria de todos os tempos, Titanic (Idem, 1998), mesmo depois de consagrado com filmes como Aliens, O Exterminador do Futuro, O Segredo do Abismo e True Lies. Entretanto, Cameron passou mais de uma década sem realizar filme algum após Titanic. Seu próximo projeto, a ficção científica Avatar tem lançamento previsto para 2009. Durante esse tempo distante das telas, o diretor realizou alguns documentários e trabalhos para a televisão. Mas o principal motivo do afastamento de Cameron, nos últimos anos, pode salvar Hollywood da guerra contra a pirataria. O Cinema 3D Digital.

Não confundir com as animações 3D, ou tridimensionais como Shrek, Incríveis ou Era do Gelo. O truque ótico conhecido como Terceira Dimensão não é novo. Era uma técnica usada nos anos 50 com relativo sucesso em que o público, com o uso de um óculos feito de plástico e papelão, enxergava pessoas e objetos saltarem da tela. Os projetores das salas de cinema precisavam ser adaptados para o truque funcionar. Com o tempo, os filmes abandoram essa técnica porque os óculos eram incômodos para a platéia, as adaptações onorosas para as salas de cinema e os roteiros dos filmes 3D eram toscos. Meros veículos para destacar o 3D. O que afugentava o público. Cada vez menos filmes insistiam em utilizar o recurso nas décadas seguintes.

James Cameron

James Cameron

Entretanto, James Cameron recriou a tecnologia com a ajuda dos recursos digitais de hoje e desenvolveu o Ultimato 3D, aliando o processamento digital, alta definição e os mesmos truques óticos capazes de fazer os astros e objetos saltarem da tela. Também finalizou um método para converter os filmes já realizados antes em produções 3D. Os diretores ficaram empolgados com os resultados alcançados e isso chamou a atenção dos grandes estúdios. Como resultado, nomes como Steven Spielberg, seu sócio Jeffrey Katzenberg, George Lucas e Peter Jackson, pretendem investir pesado na nova tecnologia. Lucas vai transformar todos os filmes Guerra nas Estrelas em 3D para relançar nos cinemas. Peter Jackson fará o mesmo com King Kong e Senhor dos Anéis. Katzenberg, grande defensor e divulgador da nova tecnologia, decidiu que todas as futuras animações da Dreamworks serão produzidas em 3D. O próprio Cameron, naturalmente, realiza seu Avatar todo em 3D.

Uma nova roupagem para o velho 3D

O diretor Robert Rodriguez experimentou a nova versão da tecnologia em Pequenos Espiões 3 e As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl. A nova aventura de Branden Fraser, Viagem ao Centro da Terra (Journey to the Center of the Earth, 2008) também flerta com o novo recurso. Mas o principal lançamento, capaz de impulsionar o uso do 3D em Hollywood será realmente o próximo filme do Cameron, Avatar. Empolgado, o diretor explica sobre o nível de controle atigindo com a nova técnica: “É a mais pura criação onde, se quiser, você pode mover uma árvore, montanha ou o céu e mudar a hora do dia. Você tem o controle completo de todos os elementos da produção. Avatar fará Titanic parecer um piquenique”, sentencia Cameron. Katzenberg vai mais longe. “Acho que depois de um razoável período de tempo, todos os filmes serão feitos em 3D. Quando as platéias perceberem como a técnica é excepcional e os cineastas entenderem como a experiência que eles podem oferecer ao público será ampliada, os filmes bidimensionais (os atuais) serão coisa do passado. Essa é a mudança mais revolucionária desde a chegada dos filmes coloridos”.

Jeffrey Katzenberg

Jeffrey Katzenberg

O nome Jeffrey Katzenberg não é conhecido do público, mas exerce grande influência nos bastidores de Hollywood. Katzenberg usa essa influência para defender o novo sistema 3D Digital de alta definição. Sua decisão de realizar todas as futuras animações da DreamWorks em 3D Digital serve como grande alavanca para impulsionar a nova tecnologia. Uma demonstração realizada por Katzenberg durante uma conveção de televisão em Amsterdam, Holanda, para cerca de mil delegados, todos usando os novos óculos 3D, foi um grande sucesso. O auditório explodiu em aplausos desde a primeira cena apresentada. O executivo foi um dos principais responsáveis pela elevação de qualidade das animações da Disney no final dos anos 80 com A Pequena Sereia (The Little Mermaid, 89) e também cuidou da produção de A Bela e a Fera e Aladdin. Ao ser demitido da Disney em 1994, entrou em parceria com Steven Spielberg e David Geffen para criar o próprio estúdio, a DreamWorks. Katzenberg ficou encarregado pela divisão de animação do estúdio e produziu grandes sucessos como O Príncipe do Egito e Shrek, podendo rivalizar com a Pixar e seus antigos patrões da Disney. As próximas animações da DreamWorks serão Monstros Vs. Aliens (Monsters vs. Aliens, 2009) e o quarto Shrek e ambos já trabalham com 3D.

O filme de Cameron, Avatar, usará todos os elementos clássicos do diretor reunidos com a intenção de ser o maior sucesso de todos os tempos. Um épico de ação e ficção científica com alta tecnologia, cenas aquáticas, mensagem ecológica, atores de peso e jovens promissores como Sigourney Weaver (Alien), Michelle Rodriguez (Lost) e Giovani Ribisi (Resgate do Soldado Ryan). Na trama, um veterano de guerra paraplégico faz parte da tripulação que encontra o planeta Pandora, rico em biodiversidade exótica. Eles entram em contato com uma raça humanoide, os Na’vi, e descobrem que o planeta pode colocar em risco a existência do universo. Os custos de produção de Avatar superaram os US$ 300 milhões, por enquanto. Mas orçamentos estourados também são elementos rotineiros na carreira de James Cameron. Entretanto, na matemática de Hollywood, um filme precisa arrecadar três vezes o que gastou para ser considerado um sucesso. Portanto, o filme de Cameron precisa, obrigatoriamente atingir a marca de US$ 900 milhões, para começar a lucrar. A tarefa não é fácil, mas se depender do 3D e do talento de Cameron, o sucesso está garantido.

2009 – Uma Odisséia 3D Contra a Pirataria

Hollywood sofre grandes derrotas na luta contra a pirataria. Câmeras e celulares com filmadoras são cada vez mais acessíveis ao público que entram nas salas de cinema e registram seus filmes favoritos para soltarem na Internet. Então, milhões de usuários no mundo inteiro fazem cópias dos filmes e assistem nos seus computadores e aparelhos de DVD, antes mesmo do lançamento dos filmes nos cinemas, resultando em bilhões de dólares em prejuízo. A esperança com o novo recurso é deixar de sofrer com a pirataria. O uso do 3D Digital nos cinemas, depende de salas equipadas e platéias com os óculos específicos. Com isso, ninguém poderá ver esses filmes em casa. Além disso, as câmeras e celulares não conseguirão registrar as imagens borradas dos filmes em 3D nas telas dos cinemas. Só será possível vislumbrar o filme na tela corretamente com os óculos para compor o truque ótico da Terceira Dimensão. Mas nem toda sala de cinema está preparada para exibir filmes 3D. Dados da consultoria Screen Digest revelam que atualmente existem apenas 6.440 salas 3D no mundo. Essa transição será gradual. Logo, quem quiser testemunhar os próximos grandes sucessos de Hollywood, precisará comprar um ingresso. Talvés até pague mais caro para assistir um filme 3D. Recentes pesquisas revelam que o público geral estaria disposto a pagar mais para ver os filmes com esse novo recurso. Portanto, preparem o bolso. 2009 é logo ali.

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