A imagem conquista o movimento

Quando os irmãos Lumière inventaram o cinematógrafo (o movimento “kino” da ação “athos” registrada “graphos”) em 1895, não acreditaram no seu potencial. Imaginaram que o interesse do público seria passageiro e o invento ficaria restrito aos laboratórios e pesquisas científicas. Ledo engano. Antes de 1900, o cinema espalhou-se como uma febre por quase todos os países do mundo e consolidou-se como uma das grandes artes do Século XX.

Como uma grande família, o Cinema tem como pai, o Roteiro, do vovô Literatura, aquele adorável velhinho que beira os 4 mil anos. A mãe, Fotografia, é jovem, e nem demorou muito para engravidar, apenas algumas décadas. Seus filhos, fruto do flerte com Teatro, são Atores e Atrizes. Tia Arquitetura apresentou Cenografia e Direção de Arte, enquanto Tia Música, trouxe Trilha Sonora. De um caso com a Prima Moda, nasceram Maquiagem e Figurino. O único filho legítimo do cinema é Montagem que para nascer teve ajuda da parteira Moviola. Mas todos adoram essa família.

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