Um robô repleto de humanidade 06/07/2008
Posted by Ronilson Araújo in Preview.Tags: Animação, Cinema, Disney, filme, Pixar, trailer, Wall-E
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No ano 2700, o planeta Terra foi abandonado pelos humanos por excesso de lixo radioativo. Após esses anos solitários, cumprindo a tarefa pela qual foi construido, Wall-E (abreviação para Waste Allocation Load Lifter Earth-Class, traduzindo: Localizador e Coletor de Lixo Classe Terrestre), um robô recolhedor de lixo, descobre um novo propósito na vida quando encontra um avançado robô chamado Eva – uma Examinadora de Vegetação Alienígena. Enquanto, Eva descobre que a chave para o futuro do planeta está nas mãos de Wall-e. Mas ela precisa retornar ao espaço para avisar aos humanos sobreviventes que esperam ansiosos um dia poder retornar a Terra. Com a ida de Eva, Wall-E decide persegui-la por toda a galáxia, sem esquecer de Spot, sua barata de estimação.
Megalojas recriam o conceito de livrarias com sucesso 06/07/2008
Posted by Ronilson Araújo in Scenarium.Tags: Livraria Cultura, livrarias, Livro 7, livros, megalojas, mercado editorial, Saraiva
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Apesar das estatísticas sobre o mercado editorial brasileiro serem desfavoráveis, as megalojas revelam que é possível reverter esses números e expandir o universo de leitores.
A pesquisa Retrato da Leitura no Brasil, promovido pela Câmera Brasileira do Livro (CBL), mostra um painel desolador sobre o mercado editorial no País. Entre brasileiros adultos alfabetizados, 61% têm pouco ou nenhum contato com os livros. No universo de municípios brasileiros, 89% não possuem livrarias e o montante delas mal supera 1,5 mil unidades. Além disso, mantemos um baixo índice de leitura por habitante. Uma média anual de apenas 1,8 livros por brasileiro, contra 2,4 livros da Colômbia, 5,1 dos Estados Unidos e sete na França.
Por outro lado, o mercado editorial brasileiro conquistou o oitavo lugar em volume de produção no ranking mundial e acumulou R$ 2,8 bilhões em faturamento no ano de 2006. Em parte, graças ao sucesso da nova geração de livrarias que se espalha pelo País em diversas redes, contrariando o pessimismo do setor.

As megalojas reformularam o conceito de livraria como centros culturais, oferecendo em amplos espaços, DVDs, CDs, papelaria, cafés, restaurantes, poltronas para leitura, auditórios para pequenos shows e noite de autógrafos, além de um grande acervo de livros. As vantagens para o público são logo percebidas. “Organização, bom atendimento e pessoas disponíveis para ajudar”, destaca a psicóloga Myrza Vellozo, 48 anos. Assídua freqüentadora que se considera viciada em livros.
Todas as estradas culturais do Recife levavam à Livro 7 06/07/2008
Posted by Ronilson Araújo in Scenarium.Tags: Livraria, Livro, Livro 7, Livro Rápido, mercado editorial
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Nos tempos sombrios da Ditadura Militar, a efervescência cultural da cidade tinha endereço certo. O espaço de liberdade e resistência consolidado na rua Sete de Setembro, fechou e deixou saudade.
A Livro 7 foi um marco na vida cultural do Recife desde o lançamento, em 27 de julho de 1970, antecipando conceitos que hoje encontramos nas megalojas. Amplos espaços, cadeiras para leitura, debates, eventos culturais e noites de autógrafos toda semana. A livraria foi pioneira até na realização de um torneio de xadrez. Tarcísio Pereira fazia questão de manter seus funcionários atualizados, “Eu pegava os suplementos literários, lia e cortava. Organizava por assunto. Quando chegava numa reunião com os vendedores, colocava nas mãos de cada um e dizia: leia. Se não pode ler o livro, leia pelo menos os comentários”, explica. Na visão do historiador Júlio César, a Livro 7 era de grande importância para a sociedade pernambucana. “Uma pena ter fechado. Quem sabe, um dia reabra”, lamenta, sem perder a esperança.

























